“Se o corpo não mexe, a mente não cresce”

Nos últimos 07 anos tenho me dedicado a estudar e praticar formas criativas de ensino, facilitado muitos workshops e participado de muitos cursos e palestras para me desenvolver.

Quando penso nos cursos, aulas e palestras que já participei, um filme passa pela minha cabeça e começo a me lembrar de como eu me senti em muitos deles. Quantas e quantas vezes fui assistir palestrantes conhecidos, muito bem preparados, com uma ótima oratória e slides bem produzidos, mas fiquei decepcionada com a experiência de aprendizado que eles criaram. Era uma experiência de “mão única”, o conhecimento caminhava em uma única direção, do palestrante para as pessoas que o assistiam, não havia troca, construção ou movimento.

Me lembro também de participar de eventos e congressos muito disputados, com grandes nomes, em que a experiência foi exatamente a mesma, apenas consumi conteúdo, o foco não estava em criar oportunidades de construção de conhecimento, de troca e de experiências verdadeiras, o foco estava apenas na exposição de conteúdo.

Todos ficavam ali estáticos, apenas ouvindo, sem nada fazer. Uns poucos como eu, tomavam nota, uma maneira de se manter acordado e quem sabe absorver um pouco do conhecimento que ali era apresentado. A mensagem transmitida, na minha opinião, era a de que os participantes ali sentados nada tinham a fazer em relação ao seu próprio aprendizado e ao aprendizado dos colegas, apenas consumir o conteúdo que estava sendo exposto, de maneira totalmente passiva.

A verdade é, que é muito chato ficar horas simplesmente ouvindo alguém falar. Quando não temos oportunidade de interagir com o conteúdo, a nossa capacidade de retenção diminuiu muito. Nós adultos, não conseguimos nos concentrar muito bem por mais de 10 – 20 minutos em um único tópico, se não interagimos com ele. É preciso fazer uma pausa, de tempos em tempo, para traduzir o que está sendo apresentado para a nossa realidade e fazer conexões.

Além disso, quando estamos simplesmente sentados, ouvindo alguém falar, entramos em estado de sonolência, nosso sangue circula mais devagar e menos sangue chega ao nosso cérebro, diminuindo a nossa capacidade cognitiva, o que resulta em menos aprendizado.

Movimento e aprendizado devem andar juntos, quando for planejar seus treinamentos, aulas ou palestras, sempre planeje oportunidades para o seu público contribuir, interagir com o conteúdo e se movimentar.

Ideias simples, como criar um momento para os participantes discutirem o que acabou de ser apresentado, em pé e em duplas, já ajuda muito.

Hoje me dedico a criar experiências de aprendizado mais criativas e produtivas, faço isso nos meus próprios workshops, mas também ajudo diversas empresas e consultorias a formularem ou reformularem seus treinamentos, workshops, palestras e eventos de aprendizado, se precisar de uma ajuda, é só me chamar!

Conheça um pouco mais do meu trabalho e cadastre seu e-mail para receber conteúdos exclusivos: http://acbf48a.contato.site/workshop-chega-de-ppt-2017

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